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sábado, 16 de abril de 2016

Arte Pop - Fotografia e Cinema

As origens do cinema pop podem ser 
encontrada no cinema pop
independente, que surgiu na década de 
50 como resposta à estética e aos
métodos de filmagem hollywoodianos.
Estas vanguardas no campo do cinema
romperam com o sistema estabelecido
de criação, produção e publicidade de 
Hollywood, tentando revalorizar os 
artistas num mercado em que produtores
tinham primazia sobre os diretores,
mesmo quando só entendiam de 
finanças.

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Arte Pop - Fotografia e Cinema 

Underground é a palavra chave para se
entender o cinema pop, não em sua
tradução literal de subterrâneo ou
escondido, mas como totalmente crítico
e anticonvencional, qualidades que o
definem. As características deste novo
cinema eram a ausência total de
referência à filmografia clássica, numa
tentativa de redefini-lo como uma arte
independente da televisão e do teatro.
Esse é o caso dos filmes de câmera fixa
de Andy Warhol, de mais de oito horas
de duração e sem fio narrativo.

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Arte Pop - Fotografia e Cinema 

Agrupados e patrocinados pela
Filmmakers Association, cineastas como
os irmãos Mekas, Ron Rice ou Kean
Jacobs conseguiram filmar
independentemente das leis de
distribuição e censura.
Quanto à fotografia, ala foi muito
utilizada pelos artistas pop porque era o ´
único método que permitia a reprodução
de eventos artísticos como happenings e
environments. A exposição das fotos era
considerada um evento artístico.

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Andy Warhol (Andrew Warhola, pintor) (1928 - 1987)

Warhol foi o artista mais emblemático da art pop americana.
Nascido no seio de uma família humilde de imigrantes tchecos, frequentou o Carnegie Institute of Technogy, em Pittsburg, onde se formou em desenho artístico.
Mudou-se depois para Nova York, onde trabalhou como ilustrador de revistas do porte da Vogue e Harper's Bazaar.
Suas primeiras pinturas dos anos 60 refletiam o estudo da estética das histórias em quadrinhos e tinham como protagonistas muitos dos personagens mais populares, como Dick Tracy ou Super-homem.
Diferentemente de Lichtenstein, nos quadros de historias em quadrinhos de Warhol não havia textos ou, quanto havia, estavam deliberadamente borrados.
A essas obras seguem-se as séries de quadros de latas de sopas Campbell e demais bens de consumo cotidiano.
Suas célebres serigrafias coloridas de personagens famosos (Marilyn, Liz Taylor, Marlon Brando, por exemplo) começaram a surgir em 1962, quando Warhol abriu sua Factory, escritório no qual trabalhava com um grande número de colaboradores.
Logo conseguiu se tornar famoso, algo que sempre o havia obcecado, transformando-se no convidado natural dos eventos mais importantes do jet-set.
Houve outros temas pelos quais também se interessou.
Sua obra não foi eminentemente superficial ou esnobe, o que se comprova pelos seus quadros Disasters, ou As Cadeiras Elétricas e os retratos de judeus famosos.
Também foi muito importantes seu trabalho como diretor de cinema, com obras filmadas totalmente e fora dos padrões da filmografia tradicional (ausência de roteiro, câmera imóvel).
Sua última fase criativa foi representada por pictóricas de natureza abstrata.
Warhol também apoiou muitos artistas jovens e chegou a ter uma importante coleção de arte contemporânea e diversos objetos.